Blog Léo Quintino
| Menigite |
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| Qua, 16 de Julho de 2008 11:32 |
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Rede pública não oferece vacina
Em Minas, são gastos R$ 5,9 milhões anuais, com o tratamento das doenças transmitidas por pneumococos. Uma criança em recuperação de meningite pneumocócica – considerada a mais letal para menores de 5 anos – pode chegar a R$ 10 mil. Em 2007, morreram 59 menores em Minas, pela doença, incluindo as formas virais e bacterianas. Neste ano, a meningite já fez 17 vítimas no estado. As vacinas estão disponíveis na rede privada desde 1999. Até 1 ano, são necessárias três doses, a R$ 125 cada. A partir dessa idade, o menor recebe apenas uma dose. A vacina Prevenar, que protege contra outras doenças causadas por pneumococos (pneumonias, otites, sepse e bacteremia) custa R$ 240 a dose, com a necessidade de quatro aplicações até 1 ano. Na rede pública as vacinas só estão disponíveis nos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (Crie) para menores que já têm a saúde bastante debilitada por outras doenças. Segundo o Ministério da Saúde (MS), para que uma vacina seja incorporada à rotina dos centros de saúde são levados em consideração vários critérios como segurança e eficácia da imunização, incidência da doença e custo-benefício da compra, entre outros. Segundo o especialista José Geraldo Leite, o Comitê Técnico Assessor de Imunizações do MS já aprovou tecnicamente as vacinas contra o pneumococos. “Basta que gestores e políticos reservem verbas para custeá-las. E isso só ocorrerá com pressão social.” |
| Última atualização em Qua, 16 de Julho de 2008 12:37 |



A morte de uma criança, a cada dia, poderia ser evitada em Minas, se as vacinas contra meningite e pneumonia estivessem disponíveis na rede pública. As doenças causadas pela bactéria Streptococcus pneumoniae (pneumococos) atingem 29 mil menores no estado, por ano. O microorganismo pode provocar quadros de otite, pneumonia, meningite, bacteremia e sepse. Um estudo sobre a incidência dessas enfermidades e o custo dos tratamentos para o Sistema Único de Saúde (SUS) foram apresentados ontem, durante a divulgação do PAE Brasil (Pneumococo: Avaliação Econômica) – Avaliação Regional.