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Por Quintino
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Sex, 12 de Dezembro de 2008 09:12 |
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A milésima obra do Orçamento Participativo (OP) foi entregue ontem aos moradores do Bairro Mantiqueira, em Venda Nova, como presente de aniversário de 111 anos de BH, celebrado hoje. Depois de 15 anos de iniciado o projeto da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), a reforma de 570 metros da Rua Maria de Lourdes da Cruz, entre as ruas Antônio Rodrigues Almeida e José Felix Martins, levou nove anos para ficar pronta e é considerada um marco para a administração municipal. No entanto, como mostrou a edição de segunda-feira do Estado de Minas, outras 116 obras já escolhidas pela população continuam paradas.
Segundo o secretário municipal de Políticas Urbanas, Murilo Campos Valadares, desde a implantação do OP, em 1993, quando a prefeitura estava sob gestão do hoje ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, foram investidos R$ 961 milhões em novos empreendimentos. “A cidade pôde contar com um mecanismo participativo democrático e de planejamento para a cidade”, afirmou, antes de entregar ao prefeito um caderno com o mapeamento das 1 mil obras da cidade. |
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Por Quintino
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Seg, 08 de Dezembro de 2008 10:41 |
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Aniversário com festa e críticas Programa da Prefeitura de Belo Horizonte chega à milésima obra esta semana, mas deixa para trás 116 projetos que nem mesmo foram desenhados e intervenções paradas há 11 anos
Uma das principais bandeiras da administração petista na Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), o Orçamento Participativo Regional (OP) completa seu 15º aniversário com um número de efeito e um coro de decepções. Na quinta-feira, o prefeito Fernando Pimentel (PT) entrega a milésima obra do programa, que fez sucesso primeiro em Porto Alegre (RS) e se disseminou pelo Brasil por inverter a lógica da gestão pública: a população é quem elege suas necessidades. A despeito da marca histórica, que já é tratada como um troféu pela atual gestão, pelo menos 173 empreendimentos estão atrasados e são sinônimo de frustração para as comunidades. A maioria sequer saiu do papel e, entre os casos mais críticos, há intervenções paradas há 11 anos. |
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Última atualização em Seg, 08 de Dezembro de 2008 16:52 |
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Por Quintino
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Dom, 07 de Dezembro de 2008 19:04 |
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De acordo com levantamentos da Defesa Civil, cerca de 6 mil famílias moram em áreas sob ameaça de desabamentos e outros tipos de acidentes provocados pelas chuvas
Belo Horizonte tem entre 5 mil e 6 mil famílias vivendo em áreas com risco alto ou muito alto de desabamento ou outra ocorrência ligada à situação geológica na região. A informação é do coronel Valter Lucas, responsável pela Coordenadoria Municipal da Defesa Civil de Belo Horizonte (Comdec). A Companhia Urbanizadora de Belo Horizonte (Urbel) aconselhou a remoção de 85 famílias desde outubro. Até quinta-feira, 21 delas continuavam no mesmo lugar. O Executivo prepara um novo diagnóstico sobre a situação de vilas e favelas da capital. O último, de 2004, indicava 10.650 famílias e, 10 anos antes, o número era de 15 mil. A capital tem 210 vilas, com população estimada em 500 mil pessoas. Para reduzir os números, a prefeitura teve de se mobilizar nos últimos anos e viu que precisava de ajuda de pessoas das comunidades para convencer moradores de áreas de risco a saírem de lá. |
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Última atualização em Dom, 07 de Dezembro de 2008 19:28 |
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Por Quintino
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Dom, 07 de Dezembro de 2008 18:57 |
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Cidade ainda convive com 101 áreas de inundação, segundo levantamento da prefeitura,e as mais problemáticas exigem recursos que o município ainda trabalha para conseguir Bianca Melo
Enchente grande em Belo Horizonte, como as famosas que alagaram a Praça da Estação, o Aeroporto da Pampulha e a Avenida Prudente de Morais, parece notícia de arquivo. Mas levantamento em curso na Secretaria de Políticas Urbanas que ainda há 101 áreas de inundação na capital. É quase uma para cada ano da cidade, que completa 111 anos sexta-feira. Uma fartura de 700 quilômetros de rios e córregos dentro da área urbana ajuda a explicar a dimensão do risco ligado à água. Somando tudo, dá para ir a Governador Valadares e voltar. Do total, 220 quilômetros estão sob o asfalto, em galerias subterrâneas, construídas ao longo dos anos, escondendo um problema que reaparece a cada chuva forte. |
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Última atualização em Dom, 07 de Dezembro de 2008 19:02 |
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Por Quintino
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Dom, 09 de Novembro de 2008 17:35 |
Não importa o bairro onde as pessoas vivem ou a classe social a que pertencem. Os reflexos da paralisação da Câmara Municipal de Belo Horizonte podem ser sentidos por todos os lados da cidade. Enquanto os vereadores não aprovarem o empréstimo de R$ 150 milhões da Caixa Econômica Federal para obras de saneamento na capital mineira, por exemplo, a brincadeira preferida de Claudinho, de 12 anos, Gabriel, de 10, e Daniela, de 13, continuará sendo pular como sapo, de pedra em pedra, dentro do córrego de esgoto que percorre trecho do Bairro Copacabana, na Pampulha. Perde quem escorrega e pisa na água, cada vez mais marrom, à medida que desce em direção à Vila do Índio, na mesma região. O trajeto é ladeado por tubos de PVC que derramam a água suja de várias partes. |
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